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Padaria Círculo Operário loja Barroso - Ver no mapa

Endereço: Rua Almirante Barroso, 2510 - Centro - Pelotas - RS - CEP 96.010-280

Telefone: (53) 3222-4622 -

Padria Círculo Operário loja Dom Pedro - Ver no mapa

Endereço: Rua Dom Pedro II, 372/ esquina Rua João Pessoa - Centro - Pelotas - RS

Telefone: 53-3222-4622 -

Paladaria - Centro Gastronômico da Padaria Círculo Operário - Ver no mapa

Endereço: Av Dom Joaquim,, 712 - Três Vendas - Pelotas - RS - CEP 96.020-260

Telefone: 53-3222-4622 -

Sempre algo novo para você experimentar.

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Centro Gastronômico Paladaria

Centro Gastronômico Paladaria

Conheça o Centro Gastronômico Paladaria.

Com a Qualidade Padaria Círculo Operário voce encontra na PALADARIA Café da Manhã, Almoço com buffet da balança acompanhado de churrasco, Chá da Tarde, Happ Hour, Pizza a la carte  e Panqueca a noite.

Saboreie com seus amigos Chopp servido a metro acompanhado dos petiscos Padaria Círculo Operário.

Av. Dom Joaquim, 712, telefone 53-3222-4622

google maps http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&tab=wl

Horário da padaria: 06:00 as 24:00hs diariamente.

Horário restaurante: 06:30 as 02:00hs diariamante.

Telentrega

Telentrega

Oferecemos o serviço "Delivery" sendo uma das formas de venda, realizada com frota própria, duas motos e três caminhonetes.
Nas solicitações de pedidos, o catálago eletrônico possibilita ao cliente conhecer parte de nossoa produtos com preços e forma de comercialização.
O sabor e aroma o cliente degusta em nossas lojas.

Horário de atendimento Televendas de seguna a segunda:

das 08:00h as 22:000h.

Telefone 53-3222-4622
e-mail vendas@paladaria.com.br

Localização Loja Matriz

Localização Loja Matriz

A Matriz de nossa empresa esta localizada no centro da cidade de Pelotas - RS, ocupando uma área de 834m2.
Oferece a mais variada linha de pães, doces e salgadinhos a pronta entrega da região sul do Rio Grande do Sul.

Aceitamos cartões: Mastercard, VISA, Diners, Banricompras, Redeshop.

Horário de atendimento das 06:00h as 23:00h, sábados, domingos e feriados.

Rua Almirante Barroso, 2510

Televendas: 53-3222-4622
Centro Pelotas - RS

Localização Filial Dom Pedro II

Localização Filial Dom Pedro II

Nossa filial oferece além dos tradicionais produtos Padaria Círculo Operário almoço com buffet da balança ao meio dia e rodizio de pizzas a noite com 29 sabores. No buffet oferecemos grande variedade de saborosos pratos quentes e saudáveis saladas, as segundas-feiras tem bacalhoada, sábados Feijoada Mário Filho e 29 do mês Nhoque da Fortuna.

Aceitamos cartões: Mastercard, VISA, Diners, Banricompras, Redeshop.

Horário de atendimento das 07:00h as 23:00h, sábados, domingos e feriados.

Rua Dom Pedro II, 372 esquina R João Pessoa.

Telefone: 53-3222-8537
Centro - Pelotas - RS

Sand PCO Wrapp.

Sand PCO Wrapp.

O Sanduiche PCO Wrapp alcançou a preferência dos clientes tornando-se sucesso e destaque em vendas. Visite-nos e deguste mais esta delícia Padaria Círculo Operário.

Nossa História

Nossa História

Em 23 de maio de 1983 é constituída a empresa Silveira & Medeiros Ltda. que adquire as instalações da Padaria Círculo Operário fundada em 1938. Esta padaria tem origem nas instalações da entidade assistencial Circulo Operário Pelotense, que concedeu o direito de uso da expressão Padaria Círculo Operário em nossa logomarca.

À partir de 18 de agosto de 1985 é alterada a constituição societária passando a Mário Salvio Medeiros & Filhos Ltda. denominação até hoje usada.

A primeira grande transformação da loja aconteceu em 1986 ampliando e modernizando o local de atendimento.

Em julho de 2003 é ampliado o espaço da loja e de industrialização, ficando a loja com área de 186m2 e industria e depósito com área de 648m2. Nesta ampliação foi trabalhado um novo projeto de vendas e as instalações são adequadas para a implantação do auto serviço assistido, sistema inédito na região sul do Rio Grande do Sul. Rompe-se a tradicional forma de atendimento atrás do balcão, os produtos são expostos ao alcance do cliente onde ele pode escolher e servi-se, auxiliado pelo atendente que pode oferecer as novidades e variedades. Como resultado desta nova metodologia de atendimento as vendas cresceram nos últimos três anos 162%.

Esta evolução foi respondida pela comunidade de forma espetacular.

Em 2005 o sócio majoritário Mário Sálvio Medeiros recebe o título de industrial do ano expressão de reconhecimento, pela primeira vez na história da cidade concedida a um panificador. O Centro das Indústrias de Pelotas reconhece mais uma vez o trabalho desenvolvido em nossa empresa e concede o Título de Industrial do Ano a Mário Filho, Diretor, Sócio e filho do fundador.

Para o ano de 2009 projetamos um crescimento de vendas na ordem de 18% sobre o ano de 2008 e para março a inauguração da terceira loja. Estima-se que isto representará cerca de cinco vezes o crescimento do PIB nacional.

A empresa opera em área construída total de 834,16 m2 sendo 186m2 de loja. Tem um desmanche de 840 sacos de farinha de 25 kg/mês gerando 105 empregos diretos mais 4 estagiários de nível superior em administração de empresas e 1 nível médio técnico de alimentos.

Nossos principais departamentos de vendas são padaria, salgados e confeitaria com 38%, 27% e 10% do faturamento, totalizando 75% das vendas com produtos de fabricação própria.

Em dezembro de 2006 foram adquiridas as instalações da antiga Padaria Alvorada na rua Dom Pedro II, 372 iniciando-se assim as atividades da nossa primeira filial. Oferecemos nesta loja além dos tradicionais produtos Padaria Círculo Operário almoço com buffet da balança.

Em fevereiro de 2009 será inaugurada a filial Dom Joaquim, na av de mesmo nome. Esta loja oferecerá Café da Manhâ, Almoço com buffet da balança, Chá da tarde e a noite Pizza rodízio e, a la carte alem dos salgadinhos acompanhado de chopp. Os serviços de padaria, confeitaria e salgados estarão igualmente a disposição das 7:00hs as 23:00 horas.

Capacitação do Capital Intelectual.

Capacitação do Capital Intelectual.

Na capacitação de pessoal é investido anualmente 96 horas/ano de treinamento por funcionário no aperfeiçoamento do atendimento e fabricação.

Dia da Criança 2008

Os colaboradores das lojas Barroso e Dom Pedro decoraram as lojas e vestiram-se de acordo com o dia. Os clientes aprovaram a iniciativa e entraram no espirito festivo.

Houve concurso de decoração de tortas doce por crianças clientes das lojas, sendo vencedora a menina Eduarda.

Os filhos de funcionários participara de atividades comemorativas ao seu dia.

Halloween 2008

O Halloween acontece nas noites dos dias 31 de Outubro que são geralmente celebradas com festas a fantasia, fogueiras e com crianças fantasiadas de monstros, fantasmas, bruxas, etc., saindo de casa em casa pedindo doces (brincadeira de "trick or treat", "travessuras ou doces").

 

 

SIMBOLISMO E SUAS ORIGENS :
Definição: "Hallowed" é uma palavra do Inglês antigo que significa "santo", e "e’en" também de origem inglesa significa "noite", então o significado é "Noite Santa" ou "All Hallows Eve", "Noite de Todos os Santos".

Nossos colaboradores decoraram a loja Barroso e vestiram-se a rigor. 

 

 

 

 

Dia Mundial do Pão 2008

História do Pão

História do Pão

 

Quando o homem deixou de ser nômade para se dedicar à agricultura, deu um importante passo para sua evolução. Isso aconteceu quando ele descobriu que alguns grãos que cresciam soltos pela natureza podiam ser plantados e cultivados. Eram vários os tipos de grãos, entre eles, a aveia, a cevada, o sorgo e, claro, o trigo. Naquela época os grãos não eram iguais aos que a gente encontra hoje, eram o que chamamos de "grãos selvagens" que, ao longo dos séculos, foram se modificando.

Diferentes povos, desde a pré-história até o Mundo Antigo, utilizaram esses grãos para a alimentação, ou fazendo uma espécie de mingau, ou cozinhando um tipo de bolo não levedado, que ainda não era realmente o que a gente pode chamar de pão.

Mas foi há mais ou menos seis mil anos que os egípcios descobriram, sem querer, a fermentação do trigo, encontraram, desta forma, o pão. Os egípcios rapidamente aprimoraram as receitas do pão, modificando-as e criando diferentes formas, sabores e usos.

Desde a sua descoberta até hoje, o pão sempre esteve ligado à vida do homem tanto como alimento quanto como símbolo econômico, político, religioso, artístico e cultural. Essa é a nossa homenagem ao "pão nosso de cada dia".

No Egito, o pão era o alimento básico. Os pães preparados com trigo de qualidade superior eram destinados apenas aos ricos. Durante séculos, os celeiros eram de propriedade dos governantes, que mantinham domínio dos cereais e do pão. Os faraós tinham sua própria padaria, a padaria real (que era, inclusive, enterrada com eles). Os celeiros também pertenciam aos faraós. Os egípcios se dedicavam tanto ao pão que eram conhecidos como "comedores de pão" e eram, com certeza, os melhores padeiros do mundo antigo. Os egípcios dedicavam muito tempo e muito espaço para o preparo do pão. Os fornos, naquela época, às vezes ocupavam uma área do tamanho de um campo de futebol.

Mas o pão para os egípcios era muito mais importante. Com o pão também se pagavam os salários: um dia de trabalho valia três pães e duas canecas de cerveja.

Assim como a troca de mercadorias e de serviços, a utilização do pão como pagamento ou complemento de um salário era costume que ainda continuaria por muitos séculos, até a Idade Média.

Hoje em dia o valor do pão está em ser um alimento barato, nutritivo e muito saudável. O pão, hoje, está presente na mesa de todas as classes sociais, e são muitos os tipos de pães, desde os mais baratos e populares até os mais sofisticados.

O bom é que hoje, diferente do que acontecia no Mundo Antigo e na Idade Média, a gente sempre pode encontrar um pão quentinho bem perto de casa.

O pão é vida. É o alimento básico, o nosso sustento mais comum. Mas ele não é só alimento para o corpo, ele é o símbolo do alimento para a alma, presente em várias religiões e crenças.

A história de Jesus Cristo está cheia de situações relacionadas ao pão. Jesus nasceu em "Belém", que significa "Casa do pão". Um de seus milagres mais conhecidos é a multiplicação dos pães quando, com apenas sete pedaços de pão, alimentou uma multidão de mais de quatro mil pessoas que o aguardavam. Daí, talvez, a expressão "Deus dá pão a quem tem fome". Muitos seguidores de Jesus, numa época de fome, lhe pediam pão, mas Jesus respondia "eu sou o pão da vida". Na oração mais famosa do mundo cristão, podemos ouvir: "o pão nosso de cada dia nos dai hoje".

Mas foi na Santa Ceia que o pão recebeu seu maior valor, nas palavras de Jesus que, levantando um naco de pão, ofereceu-o a seus discípulos, dizendo: "Tomai e comei todos vós, este é meu corpo, que é dado por vós... fazei isto em minha memória".

O pão é assim, um símbolo diário que nos lembra que o importante é alimentar corpo e alma, é dividir o que temos com o próximo.

Desde sempre o pão esteve ligado ao poder e à política. A vida administrativa no antigo Egito girava em torno do pão, que também foi o ponto de partida da legislação religiosa e social dos judeus.

Os gregos tinham seus deuses do pão e do cereal e os romanos fizeram do pão sua política de dominação: pão e circo! Foi assim que se construiu o Império Romano. O pão continuou sendo importante para os cristãos, pela vida e pelo exemplo de Jesus Cristo.

Na Idade Média, o padeiro exercia certo poder, pois, nas cidades que começavam a surgir, a profissão de padeiro era uma das mais protegidas e prestigiadas. Ser padeiro, naquela época, era um processo difícil, que exigia anos de aprendizagem e disposição. Ser padeiro era participar de um grupo restrito e poderoso.

Chegou até nós uma história singular do poder e da coragem dos padeiros na Idade Média: conta-se que no fim do século XVI, a cidade de Viena, na Áustria, estava cercada pelos turcos. Viena, naquela época, contava com os melhores padeiros da Idade Média. Como o cerco à cidade já durava muito tempo, os vienenses, sentindo as dores da fome, estavam prestes a se entregar, quando um audacioso padeiro pediu para tentar uma última estratégia. Ele foi até o celeiro real e preparou uma grande quantidade de um pequeno pão. Assim, o heróico padeiro saiu da cidade e, arriscando a própria vida, foi vender os pães entre os sitiadores. Os turcos, vendo aquela exibição de abundância, acreditaram que os vienenses tinham ainda muito alimento e nunca se renderiam. Resultado, os invasores se retiraram e os vienenses conseguiram sua vitória, graças à audácia e coragem de um padeiro.

Conta-se que, no ano de 1333, em Portugal, houve uma fome terrível da qual nem os ricos eram poupados. Reinava, então, D. Diniz, casado com D. Isabel, uma rainha cheia de virtudes. Para aliviar a situação de fome, ela empenhou suas jóias e mandou vir trigo de lugares distantes para abastecer o celeiro real, e assim manter seu costume de distribuir pão aos pobres durante as crises.

Num desses dias de distribuição, apareceu inesperadamente o rei. Temendo a censura, ela escondeu os pães no colo, cobrindo-os. O rei percebeu o gesto e perguntou surpreso:

- Que tendes em teu colo?

A rainha, erguendo o pensamento ao Senhor, disse com voz trêmula:

- São rosas, senhor.

O rei replicou:

- Rosas em janeiro? Deixe que eu as veja e sinta seu perfume.

A rainha Isabel abriu os braços e no chão, para pasmo geral, caíram rosas frescas, perfumadas, as mais belas até então vistas.

D. Diniz não se conteve e beijou as mãos da esposa, retirando-se, enquanto os pobres gritavam:

- Milagre! Milagre!

Santa Isabel é a padroeira dos panificadores, e seu dia é comemorado em oito de julho.

Era o fim do século XVIII. Na França acontece uma seca nunca antes vista. Os camponeses não tinham quase nada mais para colher, a fome se espalhava. Os rios secaram e nenhum vento soprava para fazer girar os moinhos, então, não se moía o trigo, não havia mais farinha e quase nenhum pão era feito.

A população, com fome, começou a desconfiar de que existia uma grande conspiração para matar de fome o povo francês. Diziam que a corte, o clero, os deputados e os oficiais do exército estavam escondendo os cereais, pois não achavam que era possível que o trigo houvesse simplesmente desaparecido. Homens, mulheres e crianças foram até o Palácio de Versalhes, mas o que encontraram lá foi, também, um Palácio sem água e sem muitas regalias.

O povo, ainda descontente, começou a duvidar dos padeiros. A fome era generalizada e, como diz o ditado, "casa onde falta pão, todos brigam e ninguém tem razão". A população começou a achar que quem escondia a farinha eram os padeiros, com o objetivo de aumentar o preço dos pães. No dia 20 de outubro, um padeiro chamado Denis François tenta acalmar uma mulher que veio fazer um escândalo em seu estabelecimento. Como a padaria ficava perto de onde os deputados se reuniam, acusavam o padeiro de favorecer aos deputados. Ele convidou a mulher para que entrasse e verificasse se havia farinha escondida. A mulher, com fome de dias, encontra três pães que estavam ali guardados para consumo dos empregados, agarra um deles e grita para os manifestantes: "Ele tem pão! Tem farinha escondida!".

Os manifestantes invadem a padaria, arrastam o padeiro e o enforcam na Praça da Greve.

O tempo passou, os ânimos se acalmaram, e homens livres começaram a cultivar o trigo e a fabricar o pão que, agora, era de qualidade e para todos.

Colocar palhaços na história do pão não é uma coisa sem pé nem cabeça. Antigamente, quando ainda não existia a maquiagem, os palhaços, para ficarem com a cara branca, espalhavam farinha pelo rosto e pelas mãos. Por isso, naquela época, muitos artistas eram conhecidos como "enfarinhados".

Aliás, existe uma lenda que nos explica como o palhaço começou a usar a cara branca: Dizem que em Paris, há quase 400 anos, existia um padeiro conhecido como "Gross Guillaume", que significa o "Gordo Guilherme". Ele trabalhava muito em sua padaria e, depois de fechá-la, tinha de sair correndo para o teatro onde atuava, trocar de roupa e entrar em cena. Um dia, ele se atrasou mais do que de costume e não teve tempo sequer de lavar o rosto. Entrou em cena assim, com a cara toda coberta pela farinha dos pães. O resultado foi que o público achou graça daquela cara branca e vários palhaços passaram, então, a usar a farinha para clarear o rosto.

Do trigo ao pão: o pão como moeda, o pão e as religiões, o pão e o poder, o pão e a política, o pão e o circo, o pão e a cultura dos povos. Essa é a nossa homenagem ao "pão nosso de cada dia".

Fonte: site http://www.abip.org.br/historiadopao.asp

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